como o bravo povo gaúcho (que mostra valor constância e serve de modelo a toda terra) poderá se orientar assim? A ZH publicou se eu me não engano até no mesmo dia que isso era ruim e isso era bom. pejoratividade/ bairrismo
SE VOCÊ É DAQUELES QUE CADA VEZ QUE OUVE DEU CREPE NALGUMA COISA SE PERGUNTA E SE FOSSE A BANCA DE CREPE? OU NA FITA CREPE? IA COMER UM CREPE MAS DEU CREPE, DEU CREPE NA FITA CREPE. SE VOCÊ É DAQUELES QUE JÁ PERGUNTOU E SE A MASSA PODRE APODRECER OU JÁ MANDOU AQUELA DO DO TUDOJUNTO E DO SEPA RADO VOCÊ ESTÁ NO LUGAR CERTO.
Isso um reflexo do pensamento que eu tenho? Bá! É fingimento puro. É o que eu penso pensar.
Funcionário público.
Filósofo, portanto.
F. público, o que pode ser filósofo público. Ou funcionário P. p/ quem não gostar aplicar os palavrões que quiser à letra p.
Dotado de Fé Pública por força do decreto nº 36.689/96 do RS e alterações (corresponde à especial confiança atribuída por lei ao que o portador declare ou faça, no exercício da função, com presunção de verdade);
então falei, não é só "tá falado" - é verdade.
Brincadeiras com o nome Grando são dispensáveis, tais como João-Grande (o pássaro) ou João-Grande (o capoeirista). Respeito-os muito para os substituir. Com o nome João também, desde as rimas paupérrimas (João Idiotão, João feião) até as referências de grande inteligência e criatividade (João-bobo, João-sem-braço, joão dos joões do Garrincha, joão-e-o-pé-de-feijão etc).
Um vô meu foi ferreiro, outro vô foi ajudante de marceneiro (seu pai, meu bisa) e depois caminhoneiro, meu pai foi bancário, minha mãe foi mãe e minhas avós também mães.
Eu gosto de (ou preciso, sem “de”, então) me expressar.
Se eu não morrer amanhã seria bom transformar em realidade alguns sonhos.
Estudante de artes.
Técnico em administração não praticante.
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